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LAURENT DECOL


GRANMA

ORGANO OFICIAL DEL COMITE CENTRAL DES PARTIDO COMUNISTA DE CUBA


Decol : gran orador del silencio

Posiblemente, entre los muchos elogios recogidos en los muchos paises visitados, no se le ha dicho que él es un banquete. Ahora, al partir de Cuba,

el mimo francés Laurent Decol puede guardar en su valija la nueva

adquisition. Decir, aqui, que alguien es un banquete, en términos popularese, se emparenta con el algrabo, la simpatia y el éxito. Y Decol se lo merece.

Con una capacida de transformacion sustancial y màgica, por via del gesto,

el movimiento, la expresion facial, el francés hablo como un gran orador del silencio, al presentar al publico cubano, en esta capital y otras ciudades, diez numeros que abonan la risa, la sensibilidad y la reflexion, la mayoria de su propia creacion, los restantes, en version, del famoso Marceau, de quien receblera clases.

"La mimica para la palabra des silencio" -tal el titulo- tuvo especcialmente sus altos acentos en "El jardin publico", "El circo","El musico", "David y Goliath"

y "El fabricante de mascaras", este ultimo una joya para cierre del programa, con su tensa dualidad de lo comico y lo tragico, y el trabajo de orfebre del gesto y la expresion.

Decol es lo que quiera ser. En un caudal de técnica, cuerda artistica y creatividad en la historia condada, convence como forzudo vanidoso circense

o como pequenio simpatico flautista capaz de desquiclar al amargado gigante, es el destartalado guitarrista roc, kero y la banda completa, o el desconsolado amante del balle que no halla pareja a su gusto. Pero el mimo francés,

ademas de meterse en la piel de los personajes y humanizar sus caricaturas, atrapa, en resumen, el aliento de la vida, sus valvenes, sus dramas y sus risas.

Generalmente, sabemos lo que hablamos, pero no como nos movemos o gesticulamos. Si acaso, tardamos en autorreconocernos en este pecullar universo. Decol nos agiliza el proceso. Nos hace escuchar esas otras palabras que creamos, mas alla del sonido.

Rosa Elvira Pelaez



JORNAL DE ANGOLA

09 de Outubro 2011


Aliança francesa realiza no país primeiro espectáculo de mímica


“As Palavras do silêncio” é o título do primeiro espectáculo de mímica a ser exibido no país, amanhã e na quinta-feira, pelo actor francês Laurent Decol,

a convite da Aliança francesa.

A ser apresentado dia 3 do próximo mês, no Espaço cultural Elinga, às 20h30,

e 4, no recinto da Aliança Francesa do Lubango, às 20h00, o espectáculo traz uma combinação de efeitos visuais e sonoros com uma excelente técnica de mimo, propondo momentos de fantasia, surpresa e muita interacção com o público.

Realizado em parceria com o Elinga Teatro e a embaixada da França em Angola, a exibição, cujo bilhete de entrada em Luanda vai custar mil kwanzas, é, para encarregada cultural da Aliança Francesa, Marie Pessiot, um espectáculo singular, que traz a apreciação do público distintos personagens

e situações do quotidiano.

O artista, explica Marie Pessiot, chegou ontem ao país e tem regresso

previsto para o próximo dia 6 do corrente mês. “Durante a sua permanência Laurent Decol vai manter, a convite do grupo Horizonte Njinga Mbande, contacto com alguns actores angolanos, com o intuito de passar um pouco

do seu testemunho sobre como se trabalha com o corpo sem palavras,

ou se inventa uma personagem sem abrir a boca à estes”.

Marie Pessiot adiantou, ainda, que hoje o actor vai manter um destes encontros com actores angolanos, no auditório da escola Njinga Mbande.

“É preciso fortalecer este género de encontros, de maneira a transmitir

mais conhecimentos à nova geração de actores angolanos”.

A troca de experiência, acrescenta, está aberta a todos os grupos de teatro

de Luanda e permitirá aos actores entenderem um pouco mais sobre o papel da linguagem corporal nas artes cénicas.

“O mimo é teatro profundo com uma grande carga de corporalidade, onde a máxima dificuldade passa por criar um mundo que não existe e por fazer visível o invisível”, disse.

Em relação ao actor, Marie Pessiot realçou que Laurent Decol é uma

referência mundial nesta área do teatro, particularmente por ter consagrado

a vida a criar um estilo próprio e a inventar uma linguagem gramatical típica dos mimos.


Novas expressões artísticas

A encarregada cultural da Aliança Francesa, Marie Pessiot, disse, em

entrevista ao Jornal de Angola, que a instituição vai apresentar este ano um projecto de intercâmbio cultural diversificado, com realce para as expressões artísticas pouco conhecidas em Angola.

A responsável adiantou que, contrariamente ao ano passado, onde o cerne do projecto foi a dança, em 2010 a Aliança vai trazer ao país um grupo de arte de rua, assim como um espectáculo de circo.

“Estamos a tentar a fazer um projecto diferente, de maneira a mostrar aos angolanos um pouco das várias expressões artísticas e, simultaneamente, aumentar o intercâmbio entre os fazedores de arte”, frisou.


O Pantomimo

O mimo é um actor que concentra a sua arte na expressão corporal. Considerado actor imitador, o mimo representa imitando os gestos, comportamentos típicos ou formas de linguagem previamente conhecidas do público, de forma obter muitas vezes o riso.

O actor não se importa com a perfeição técnica exigida, por exemplo, na dança, mas apenas o desenho de movimentos miméticos harmoniosos e próximos do real ou do objecto representado. Um dos mais famosos mimos contemporâneos é o actor francês Marcel Marceau, que representava como

se fosse um fabricante de máscaras.





EST REPUBLICAIN

(FRANCIA)

(http://translate.google.fr)


Timoleón Mangus: todo


Así que el espectáculo que triunfa en el extranjero, pantomima en todo el mundo que defiende e ilustra ... la lengua francesa. Bravo.


Es curioso, la triste historia de Timoleón Mangus, presentado por Laurent DECOL martes, como una toma de posesión del Théâtre de Poche. Incluso, a veces, francamente hilarante. Y el espectáculo durante tanto tiempo ha pasado la etapa de ejecución, uno se pregunta si todas las emociones se

para apreciar el escrito o la improvisación. Flota en el lugar a dudas acolchada.

De hecho, ella tiene toda esta historia. Ella tiene un encanto, impertinencia, lo suficiente para enfocarse en las calles, el activismo y la poesía espontánea a flor de corazón, no de orgullo para dos monedas de un centavo.

Este es el mimo, la forma en que es razonable esperar que esta cifra a Auguste payaso de cara blanca. Pero es el mimo y un poco más. Más que los maestros del género, Laurent DECOL las películas observado, Charlie Chaplin, Buster Keaton y otros.

En forma y de fondo, el destino de Timoleón, que gestiona todo lo que lo hace (ni siquiera su muerte se ha abolido ya la guillotina ...) es algo completamente chaplinesco.

Nadie se queja, sino todo lo contrario. Esta triste historia tiene todas las cualidades de un buen espectáculo uno más: es muy popular.

 

Jean-Pierre Govignaux



  

LAS PALABRAS DEL SILENCIO  -  PRENSA